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O Homem

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Todos nós temos desafios e dificuldades, não há dúvida disso. Em certas ocasiões em família, nos esforçamos para entender um parente que tem a personalidade diferente da nossa. Lutamos contra um sentimento de mágoa provocado por determinada pessoa com quem trabalhamos. Iludimo-nos com a promessa de prazer fácil e felicidade passageira que cada vez mais é divulgada na sociedade.

Enfim, vivemos constantemente enfrentando as nossas situações desafiadoras do jeito que mais nos agrada, com o objetivo de construir dentro de nossos corações sentimentos de paz e tranqüilidade que durem para sempre.

No entanto, essa sensação de conforto e bem estar eterno quase nunca surge em nossa mente, em nosso espírito. Somos freqüentemente provados pela vida nas mais diversas posições, parecendo que estamos sendo testados em nossa capacidade de ter esperança e fé no futuro.

E desse modo sempre aparece uma pergunta, tão constante em nosso ser: Será que conseguiremos suportar todos os desafios e provas que nos aparecem?

Se na nossa mente crescer a dúvida na área de construção de prédios, de pronto recorremos ao profissional cuja área de atuação nos permita obter respostas convincentes.

Se quisermos entender os mecanismos dos números matemáticos, logo vamos de encontro a um professor desta disciplina, dando importância ao conhecimento por ele adquirido e à sua experiência.

Ao entrarmos em contato com uma enfermidade em nosso corpo físico, dirigimo-nos ao responsável que detém conhecimento no setor da medicina, acreditando em sua vivência nesse cotidiano.

A doutrina espírita nos traz a idéia de que estamos na Terra obedecendo a um plano de aprendizado, para que possamos alcançar um estado mais feliz em nosso íntimo. Assim pergunta Kardec aos Benfeitores, com a conseqüente resposta:

Têm necessidade de encarnação os Espíritos que, desde o princípio, seguiram o caminho do bem?

Resposta: “Todos são criados simples e ignorantes e se instruem nas lutas e tribulações da vida corporal. Deus, que é justo, não podia fazer felizes a uns, sem fadigas e trabalhos, conseguintemente sem mérito.” (grifo nosso).

As lutas, os desafios, os sofrimentos, as decepções, as frustrações, as ilusões, as situações humilhantes, o trabalho difícil, a perda de um ente querido, a doença infatigável que nos pega desprevenidos, no fundo tudo pelo que passamos tem um caráter de aprendizado, para entendermos como funcionam os mecanismos de Deus para o nosso aperfeiçoamento moral, rumo à felicidade.

Mas para enfrentar essas situações de aprendizado, a quem devemos procurar ou questionar para termos lições de crescimento e constância no autoaprimoramento?

Os Dirigentes Espirituais respondem: Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?

Resposta: “Jesus.”

Jesus Cristo viveu entre homens para nos apontar lições e exemplos de como encarar as nossas maiores dificuldades. Veio a Terra porque o ensino deve ser presencial, de forma prática e exemplificativa.

Ele passou por sofrimentos, dificuldades, situações vexatórias, perdas de pessoas queridas, questionamentos de opositores, ofensas dissipadas por perdão incondicional, sempre para nos mostrar como devemos agir perante as nossas situações de provas.

Deus nos achou merecedores da chance de entrarmos numa turma mais avançada na escola do Reino dos Céus, e assim mandou o seu melhor professor para nos dar a lição de amor a Deus e ao próximo. Então, se quisermos entender melhor a vida, é a Ele que devemos procurar!

Muitos observam Jesus apenas por seus atos ditos milagrosos, e o consideram filho de Deus apenas porque conseguiu expulsar demônios, curar doentes e fazer coisas que naquela época ninguém sonhava em ver.

Talvez seja por isso que muitos queiram distância Dele, porque não se vêem na condição de entender tais atos, os elegendo como “extraordinários”, que não fazem parte de suas vidas. Entendem que o momento em que Jesus viveu não tem muito haver com a sua vida atual.

Mas será que não devemos entender Cristo também sob outro aspecto?

Seus maiores “milagres” foram: fazer surgir o perdão, quando todos esperavam a condenação; viver a resignação, quando todos queriam que Ele descesse da cruz; ensinar a caridade, diante de uma sociedade totalmente destruída pelo egoísmo; ter paciência, quando tudo o levava a ser intolerante e desequilibrado; crescer na fé e esperança em Deus, no momento da intemperança.

Ele viveu entre nós. A mensagem é esta. Ele está próximo de nossas vidas, e tem a experiência viva e acertada de tudo isso que estamos vivemos. É claro que o tempo histórico é outro, mas a essência é a mesma.

Por que será que nunca o consultamos para nos ajudar a descobrir os caminhos para os nossos desafios?

A resposta é bem simples: por causa do nosso egoísmo e orgulho.

Ele disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, (…)”. (João 14:6). Mais à frente continua: “Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis”.  (João 14:19).

Jesus ainda está conosco e mais perto do que imaginamos. Então porque não consultar como Ele agiu em sua vida, verificando os evangelhos escritos? Melhor, por que não dirigir o pensamento a Ele, e pedir uma “sugestão” de como agir perante a situação que nos desafia?

A resposta chegará! Confiemos!

 

Consultas em:

 

O livro dos espíritos – Allan Kardec;

O evangelho segundo o Espiritismo – Allan Kardec.

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