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Admirável “velho” mundo novo

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“Logo compreendi a gravidade da exploração que ia empreender; entrevi naqueles fenômenos a chave do problema tão obscuro e tão controvertido do passado e do futuro da Humanidade, a solução do que eu havia procurado durante toda a minha vida; era, numa palavra, toda uma revolução nas idéias e nas crenças (…)”.

“O estudo do Espiritismo é imenso”; “interessa a todas as questões da metafísica e da ordem social; é todo um mundo que se abre diante de nós.”

Essas palavras, tiradas de “O livro dos Espíritos” e “Obras Póstumas”, traduzem o sentimento do estudioso Hippolyte Léon Denizard Rivail, conhecido pelo codinome Allan Kardec, em meio a suas pesquisas e estudos acerca de um novo mundo: o espiritual.

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Nossa vida em outro sentido

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Como já dissemos em outra postagem (ciência e espiritualidade: uma aliança inevitável), ao começarmos a nossa vida na Terra, pelas portas do berço materno, passamos a iniciar o nosso contato com o mundo material, para aprendermos e nos desenvolvermos como seres humanos.

Isso se dá com a ajuda do que a ciência nomeou de cinco sentidos.

A visão, cujos órgãos motores são os olhos, auxilia o ser humano a aumentar a percepção do mundo à sua volta, endereçando ao cérebro ordens elétricas contendo luz, escuridão e cores.

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Ciência e Espiritualidade: Uma aliança inevitável

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A partir do momento em que nascemos, somos aparelhados para lidar com o mundo com o qual passamos a nos envolver. Desde criança, conseguimos aprender várias coisas por nós mesmos, e também receber o conhecimento cultural da sociedade na qual estamos inseridos. Tudo isso com a ajuda da razão, da nossa capacidade de crescer psicologicamente recebendo estímulos do ambiente, interpretando-os e transformando-os em atitudes e pensamentos.

É isso mesmo, vivemos aprendendo a usar a nossa razão para nos relacionarmos com fatos, atos e estímulos constantes. Leia Mais…

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As Sementes da Razão

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Eis que o semeador saiu a semear.

Prodigioso e astuto parou para planejar o seu intento de disseminar o amor e a paz, antes de começar a espalhar suas sementes.

Montou um quadro no qual detinha cuidadosamente todos os caminhos a seguir. Elencou bravamente seus objetivos e separou, de modo preciso, os pequeninos germens de sua obra. Esperava contar com todos, mas entendia que os seus ajudantes não viriam a ter com ele os mesmos objetivos e intenções. Apesar disso, conseguiu a simpatia de um auxiliar, um aprendiz, que aceitou cooperar com o seu intento.

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